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A Corporação de Manufatura Interestelar, ou IMC (na sigla em inglês) é uma facção que aparece em Titanfall.

A IMC começou como um empreendimento pequeno na indústria de extração de recursos naturais, com o nome de Hammond Engineering. Quinze anos após sua fundação, no entanto, a alta na demanda por materiais pra a produção dos Titãs se combinou à inovadora tecnologia da empresa para análise planetária e aos seus direitos sobre bancos de dados de mapas, impulsionando o explosivo crescimento da corporação.

Ao longo de um século, uma série de aquisições, fusões e reposicionamento de marcas levaram à transformação da Hammond Engineering no efervescente império comercial que é a IMC. A pesar de ter uma reputação de comportamento explorador na Fronteira, a companhia recebe poucas críticas de seus acionistas e clientes que vivem nos Sistemas Centrais, já que seus produtos e conveniências geram considerável “inércia dos consumidores” em seu favor.

No comando das tropas Editar

Por conta das valiosas linhas de transporte e amplos recursos planetários prontos para exploração na Fronteira, a IMC se dedica para maximizar os lucros e a riqueza de seus acionistas – e está disposta a fazer uso legal da aplicação de força quando necessário. Para isso, a corporação conta com seus três principais destaques: Graves, Blisk e Spyglass.

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Na estrutura de comando da IMC, o Vice-Almirante Graves é formalmente conhecido como o CINCFRONT, ou Comandante-Chefe do Comando da Fronteira. Apesar do título elaborado, as características pouco tradicionais da região permitem que o líder atue nas linhas de frente e opere de forma mais informal do que os chefes nos Sistemas Centrais.

Graves é visto como um dissidente dentro da empresa, frequentemente requisitando mudanças de política que costumam ser consideradas arriscadas demais paras as forças da IMC e excessivamente tolerantes com os cidadãos da Fronteira. Mesmo com as suspeitas, o comandante afirmou que a nave Odyssey foi tomada à força durante o motim liderado por seu subordinado, MacAllan.

Encontrar e destruir Editar

Oposto a métodos sutis, Blisk é um mercenário da África do Sul que acaba de firmar um novo contrato de longo prazo com a IMC na Fronteira. Seu primeiro trabalho concluído com um pagamento que seria o suficiente para que ele se aposentasse em um paraíso tropical, mas a possibilidade de mais riqueza e, mais importante, a oportunidade de destruir tudo à sua vista com o estado da arte em hardware fizeram com ele decidisse aceitar com gosto a renovação.

Uma manifestação física da identidade da vasta rede computacional da IMC, Spyglass é responsável pela logística, navegação, posicionamento de tropas e comunicação entre todas as forças da empresa na Fronteira. As unidades do avatar são construídas sobre uma armação Spectre modificada e são consideradas como descartáveis no campo, acompanhando tropas terrestres para fornecer informações atualizadas de missão e monitoramento ao vivo.

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Referências Editar